22 de out de 2015

E AÍ PREFEITO?VAI SE PRONUNCIAR? DUVÍDO.!!!

Corpo de um homem foi encontrado com marcas de tiro na comunidade Rio Doce em Extremoz. fotos/júniorsantos/h-selecionadas
Sete cidades do Rio Grande do Norte concentraram mais de 60% dos crimes violentos letais intencionais registrados no primeiro semestre deste ano. O dado divulgado pelo Ministério Público Estadual aponta que o pequeno grupo dentre 167 municípios potiguares responde por 63% dos assassinatos registrados no RN entre janeiro e junho de 2015.
Pela ordem, Natal, Parnamirim, Mossoró, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Ceará-Mirim e Baraúna respondem pela maioria dos crimes violentos letais e intencionais notificados no estado nos primeiros seis meses deste ano. O levantamento divulgado pelo MPRN mostrou também que quase 90% dos homicídios no RN em 2014 tiveram inquéritos instaurados.
Segundo o Ministério Público Estadual, o Rio Grande do Norte teve 1.773 CLVIs no ano de 2014, com instauração de inquéritos para investigar 87,4% desses crimes. Os dados, reconhecidos pela Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), foram divulgados pelo Ministério Público Estadual (MPRN) em entrevista coletiva à imprensa na tarde da última segunda-feira (19), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Natal.
Ainda de acordo como o MPRN, dos 788 CVLIs registrados no estado no 1º semestre deste ano, quase 80% resultaram em instauração de inquéritos. No ano de 2015, até o final do primeiro. semestre (30/06) foram registrados 788 CLVIs no Estado, com 79,44% de instauração de inquéritos. O órgão ministerial também chamou atenção para a redução no prazo para a instauração dos inquéritos policiais que em 2013 era da ordem de 23 dias e no ano de 2014 caiu para 13 dias.
Para o Ministério Público Estadual, a ausência de um sistema de controle entre as mortes contabilizadas e o número de inquéritos instaurados fez com que o MPRN pensasse no projeto institucional “MP Combate Subnotificações de CLVIs” para tentar contribuir com a redução da impunidade e da violência no Estado. O órgão informou também que a compilação ministerial vai continuar sendo feita, já que não existe ainda um sistema específico que consolide esses dados.

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