4 de dez de 2015

DEMITA ESSE MINISTRO BUNDÃO ENQUANTO É TEMPO PRESIDENTA. !!!!!

Tira o zé e deixa o Wagner lá, Dilma!
Credibilidade não se explica. Tem ou não. E o zé ...

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O Wagner não enrola, não complica. Vai ao ponto
Liga o Vasco, entusiasmado:

- A Dilma acertou ! Enfim, acertou !

- Como assim, Vasco ? Calma !

- Tirou o zé …

- O Cardozo ?

- Claro, o advogado do Dantas…

- Entre outros invisíveis atributos …

- O que interessa é o seguinte: ela botou o Jaques Wagner no primeiro plano ! Tirou ele de trás da escrivaninha !

- Isso !

- Eu vi na tua TV Afiada a entrevista em que ele chama o Cunha de mentiroso !

- Uma beleza !

- E aquela chinelada que ela deu na reporter adolescente da Fel-lha? Minha filha, eu estava lá, na reunião … Será que aquela menina é de menor ? Pode sair à noite na rua, desacompanhada ? Será que o Otavím assinou a carteira dela ?

- Parecia a chinelada que o Obama deu na tal da  Coutinho do jornal nacional …

- Exato.

- Mas, o que o Wagner tem que o zé não tem ?

- Postura. Credibilidade. Capacidade de se comunicar, de falar, de colocar os pingos nos “i”…

- E o zé não põe pingo em “i” ?

- Nem corta o “t”. O zé se acha jurista e fala com aquela gordura saturada dos artigos do Fernando Henrique …

- Farol de Alexandria.

- Como você quiser. O Wagner não enrola, não complica. Vai ao ponto.

- E por que você diz que ele tem mais credibilidade ?

- Porque tem. Isso não se explica. Você acredita ou não acredita. Pergunta ao Boni como isso funciona …

(No livro o “Quarto Poder” o Boni explica muita coisa …)

- Você acha que o Wagner vai poder enfrentar a furiosa campanha do impítim no PiG?

- Furiosa ? A Globo dá o mesmo tempo ao assassino e à vitima. Trata o Cunha e a Dilma como se fossem entidades da mesma natureza e do mesmo peso. Um é o bandido e o outro o achacado. Para a Globo eles valem o mesmo.

- Qual a novidade, Vasco ?

- E vao tratar da “tramitação” como se fosse uma rotineira tramitação de um projeto para regular o Uber: vai da comissão tal para a comissão tal, aí vota fulano … Faça-me um favor … Isso não normal ! Isso é um Golpe !

- Calma, Vasco !

- Não, eu estou irritado.  A descrição da tramitação é para legitimar o Golpe, dar normalidade, trata-lo como uma rotineira decorrência dos desmandos da Dilma ...

- Não adianta, Vasco. Vai ser esse rolezinho do impítim, até o impítim acabar.

- E esse Gilmar ?

- Qual o da seleção brasileira, chefe do Dunga ?

- Não, pior ! O do Supremo !

- O que tem o Gilmar, o ministro sic ?

- Perdeu a compostura, não tem mais qualquer verniz de respeitabilidade .

- Por que, Vasco ?

- Chamar o Lula de fraudador de eleição ? Que eleição o Lula fraudou ? As que perdeu ou as duas em que deu uma surra no Cerra e no Geraldinho ? Que fraude ? Ninguém vai dar um basta nesse pseudo-juiz ?

- Calma, Vasco. Ele não perde por esperar. O que você poderia esperar de um patrocinado do Fernando Henrique ?

- O que o Dallari disse que ia acontecer aconteceu.

- Vasco, vejo que você se descontrola, você vai perder o prumo, sair do lugar, desse jeito.

- O que saiu do lugar foi o terno do zé.

- Não entendi.

- Ele fez a dieta de Ravena para puxar o saco da presidenta e os ombros ficam sobrando nos ternos dele.

- O que é isso, Vasco, você virou figurinista ?

-  Não, meu querido. Sou candidato a Boni.

- Como assim ?

- Dilma, deixa o Wagner no primeiro plano. Fecha o close nele !

Pano rápido.

PHA

Em tempo: No G1:

Dilma está com 'muita pressa' para resolver impeachment, diz Wagner

Chefe da Casa Civil disse que presidente pediu mobilização de ministros.
Dilma reuniu 23 ministros, um dia após abertura de processo de impeachment.

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou nesta quinta-feira (3) que a presidente Dilma Rousseff está "com muita pressa" para resolver a questão do impeachment. Segundo ele, em reunião com ministros no Palácio do Planalto, a presidente tentou mobilizar os membros do primeiro escalão na defesa do governo no processo de impedimento autorizado nesta quarta pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


A decisão de abrir o processo de impeachment foi anunciada por Cunha com base no pedido de afastamento que destaca a edição de decretos neste ano que autorizaram despesas sem autorização do Congresso, além de procedimentos conhecidos como "pedaladas fiscais" – atrasos de repasses do Tesouro para bancos públicos.

"Ela [Dilma], como sempre, reage extremamente bem sempre que é posto um desafio à frente dela. Ela conduziu a reunião, está com muita disposição, muita energia, e está com pressa. E a pressa dela é a pressa da preocupação, não exclusivamente com o governo, mas também com o país. Precisamos vencer essa pré-pauta para que a gente possa entrar na pauta do desenvolvimento", disse.

Wagner explicou que a “pressa” da presidente se dá porque ela acha que “não tem que ficar arrastando esse processo que introduz um elemento de instabilidade”.

A entrevista coletiva concedida pelo ministro ocorreu logo após a reunião da presidente com ministros. "Foi uma reunião para socializar compreensão de todos sobre esse episódio e mobilizar todos os ministros com seus partidos, bases sociais. Pedidomos a todos os ministros que verbalizassem o máximo possível o nosso ponto de vista, nosso entendimento", disse Wagner.

O chefe da Casa Civil também destacou que, no entendimento do governo, o pedido de impeachment acolhido por Eduardo Cunha “não tem nenhum lastro” e que as denúncias que o embasaram não se enquadram no crime de responsabilidade. “Então, nós não abrimos mão do respeito ao texto constitucional”, disse.


(...)

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