14 de jan de 2016

MAS QUE POLÍCIA FEDERAL SEM VERGONHA RAPAZ,VAZA MAIS DO QUE CANO DA CAERN. !!!!!

Cerveró muda versão e não cita Lula nem DILMA Concordo plenamente !!!
NÃO EXISTE PATIFARIA MAIOR DE VAZAR ANTES DE PROVAR !!!
Isto é CRIME, isto é DITADURA, isto é "um nome bem feio" ...
Quando tivermos uma Justiça IMPARCIAL, isto mudará !!!
Até lá, será esta FARSA, temperada com HIPOCRISIA ...

Chora, Ataulpho, chora!

publicado 14/01/2016
tem que apurar
Ilustração publicada no Twitter do Turquim
Saiu no Valor:


Cerveró muda versão de propina à campanha de Lula
Documento obtido pelo Valor indica que Nestor Cerveró, ex-diretor de Internacional da Petrobras e delator do esquema de corrupção na estatal, modificou sua versão sobre um suposto pagamento de propina de US$ 4 milhões à campanha de reeleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006, com recursos que teriam origem na obra de Renovação do Parque de Refino (Revamp) da refinaria de Pasadena, no Texas.

Ao negociar o acordo de delação premiada, o investigado apresenta um resumo sobre o que tem a revelar. As informações entregues pela defesa de Cerveró aos investigadores da Operação Lava-Jato registram que "foi acertado que a Odebrecht faria o adiantamento de US$ 4 milhões para a campanha do presidente Lula, o que foi feito".

O suposto pagamento seria a contrapartida por contrato obtido por Odebrecht e UTC para o Revamp de Pasadena, disse Cerveró.

No entanto, a menção ao suposto caixa dois pago pela Odebrecht à campanha de Lula desaparece do termo de depoimento em que Cerveró trata do assunto, de número 5 de sua delação premiada, homologada pelo ministro Teori Zavascki, relator da investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente Lula não é mencionado no termo de declarações sobre Pasadena. O ex-diretor da Petrobras também altera a fonte de pagamento do suposto suborno, que passou a ser a UTC, e não mais a Odebrecht.

"Foi decidido que (...) a contrapartida da UTC pela participação nas obras do Revamp seria o pagamento de propina; que se acertou que a UTC adiantaria uma propina de R$ 4 milhões, que seriam para a campanha de 2006, cuja destinação seria definida pelo senador Delcídio do Amaral [PT-MS] ", informa o documento. Delcídio está em prisão preventiva desde novembro e já foi denunciado ao STF por obstruir a delação premiada de Cerveró.

(...)

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