Leitor: Por que a casa dos Marinho em área de proteção ambiental não é motivo de denúncia da mídia, mas o “sítio do Lula” é?
por:vi o mundo.
De um leitor do Viomundo, via Facebook
da Bloomberg, em inglês, em “Ricos brasileiros não se envergonham de construir em áreas de preservação”
Modernist Home
That’s the case with the Marinho media family. The Marinhos broke
environmental laws by building a 1,300-square-meter mansion just off
Santa Rita beach, near Paraty, says Graziela Moraes Barros, an inspector
at ICMBio.
Without permits, the family in 2008 built a modernist home between
two wide, independent concrete blocks sheathed in glass, Barros says.
The Marinho home has won several architectural honors, including the
2010 Wallpaper Design Award.
The Marinhos added a swimming pool on the public beach and cleared
protected jungle to make room for a helipad, says Barros, who
participated in a raid of the property as part of the federal
prosecutors office’s lawsuit against construction on the land.
“This one house provides examples of some of the most serious
environmental crimes we see in the region,” Barros says. “A lot of
people say the Marinhos rule Brazil. The beach house shows the family
certainly thinks they are above the law.”
Armed Guards
Two security guards armed with pistols patrol the land, shooing away
anyone who tries to use the public beach, she says. A federal judge in
November 2010 ordered the family to tear down the house and all other
buildings in the area. The Marinhos were appealing that ruling as of
early March.
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Casa modernista
É o caso da família midiática Marinho. Eles violaram a lei ambiental
ao construir uma casa de 1.300 metros quadrados na praia de Santa Rita,
perto de Paraty, segundo Graziela Moraes, uma inspetora da ICMBio.
Sem permissão, a família construiu em 2008 um casa modernista, em
dois blocos independentes de concreto e vidro, segundo Barros. A casa
dos Marinho ganhou vários prêmios arquitetônicos, inclusive o Wallpaper
Design Award de 2010.
Os Marinho acrescentaram uma piscina na praia pública e cortaram um
pedaço da floresta protegida para fazer um heliponto, diz Barros, que
participou de uma ação do MP federal contra a edificação.
“Esta casa é um exemplo de alguns dos mais sérios crimes ambientais
que vemos na região”, disse Barros. “Muita gente diz que os Marinhos
governam o Brasil. A casa de praia certamente demonstra que eles pensam
que estão acima da lei”.
Guardas armados
Dois guardas armados com pistolas patrulham a terra, espantando
qualquer pessoa que tente usar a praia pública, ela diz. Em novembro de
2010 um juiz federal determinou que a família faça a demolição da casa e
de qualquer outro prédio na área. Os Marinhos apelaram da decisão em
março.
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Marcio Kogan vence prêmio da revista britânica Wallpaper
Projeto de casa em Paraty ganha como “Best new private house”
Luciana Tamaki, na Pini Web
18/Janeiro/2010
A revista britânica Wallpaper premiou o brasileiro Marcio Kogan no
Design Awards 2010, na categoria “Best new private house”, pelo projeto
Casa Paraty (RJ). A casa, construída na praia de Santa Rita, tem
coautoria da arquiteta Suzana Glogowski.
O único acesso à área da casa é feito por barco. Chegando na casa, a
entrada é feita por uma ponte metálica sobre um espelho d’água forrado
por cristais. A ponte conduz a uma escada que se conecta aos dois
pavimentos da casa, dispostos em blocos independentes e interligados por
um pilar. O uso do concreto armado aparente confere uma textura
surpreendente para todas as paredes.
No bloco superior, de dormitórios, painéis retráteis de graveto de
eucalipto barram a luz do sol. Os espaços são voltados para a montanha,
com pequenos pátios internos com iluminação zenital.
Todas as coberturas da casa são terraços, com mirantes, jardins para esculturas e plantação de ervas comestíveis.
O volume inferior contém a sala de estar, cozinha e área de serviço
num espaço contínuo, com janelas de vidro que fazem vista para o mar e,
abaixo, um grande vão de 27 m.
Duas grandes paredes de concreto armado, de 40 cm de espessura, nas
laterais da residência, servem de apoio para as lajes e vigas. Parte da
estrutura apoia-se sobre essas paredes, criando condições para o balanço
de quase 10 m.
Tanto a laje, de 47 cm de espessura, como as duas vigas foram
protendidas. Para conter esforços de tombamento dos balanços, a
estrutura foi atirantada aos blocos de fundação das paredes.