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16 de jun. de 2016

A CASA CAIU BOCA DE PIRARUCÚ!!!!

Tá todo mundo lá. Menos a Dilma e o Lula!

Brito: cai o circo da hipocrisia!

publicado 16/06/2016
bessinha heráclito.jpg
O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, no Tijolaço:
Cai o circo da hipocrisia. Todo mundo lá. Menos Dilma e e Lula, não é?
Não há muito o que dizer depois da divulgação do depoimento de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro.
A fábrica de salsichas de política real foi aberta e viu-se a massa que mistura o são e o nojento na formação da pasta que a compõe.
Há de tudo ali: dinheiro que serviu para o enriquecimento pessoal, recursos que serviram para comprar apoio do outros políticos, verbas para campanhas eleitorais milionárias e trocados para campanhas modestas, num cenário de mercantilização das eleições fez centenas de milhares de reais serem quantias modestas.
Há a corrupção histórica, própria dos canalhas e é a corrupção inevitável feita por um sistema eleitoral em que é – ou era – “legal” que um candidato pudesse receber milhares ou milhões de reais de uma empresa.
Ainda não é o pior, porque o pior está por vir.
Abriu-se a caixa de Pandora e a vintena da lista de Machado não é nada perto do que, se o fizerem, do rol que sairá das delação das empreiteiras.
Mas já coloca Michel Temer na situação de explicar, aos gaguejos, que não pediu e, adiante, ser desmentido com a prova do encontro com Machado. Tanto que que saiu pela tangente, dizendo que não pediu doações ilegais. Ilegais.
Renan, Sarney, Jucá, os sócios “beneméritos” da lista, ganhavam mesada. Os “esquerdistas” ganhavam uma “merreca”, na forma de doação. “Os políticos sabiam que o dinheiro vinha de empresas que prestavam serviços à Transpetro”, diz Machado para justificar colocar todos no mesmo saco.
Aécio sai com trechos da delação colados em sua testa, pela farta distribuição de dinheiro a seus aliados e a “bolada” destinada a ele, pessoalmente, vinda daqui e do exterior.
Mas há dois nomes importantes.
Não por estarem na lista, mas por não estarem citados em momento algum.
Nomes que eram, diretamente, os responsáveis por manter Sérgio Machado no cargo, ainda que indicado pelo PMDB.
São exatamente Lula e Dilma.
Apontados como vilões, são dos poucos a quem, mesmo os delatores mais dispostos a tudo para salvar a pele, não apontam o recebimento de vantagem em dinheiros.
Em tempo: Bessinha localizou R$ 500 mil do Sergio Machado na rotunda biografia desse gigante do Parlamento, o socialista Heráclito Fortes!
PHA

6 de jun. de 2016

É ZÉ GALEGUIM AGRIPINO,SEU FILHO FELIPINHO,E AGORA HENRICOU(OPS !) HENRIQUE. É O RN TÁ FUDID.......

247 – Em despacho ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS no Congresso.
Parte do dinheiro do esquema da Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado, segundo reportagem de Aguirre Talento.
No documento, Janot aponta que a negociação envolvia o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro.
"Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS", escreveu Janot.
"Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato", completou.
Documento praticamente sacramenta sua queda do governo interino já que o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que a posição de Michel Temer ‘é que a pessoa envolvida na Lava Jato deixe a equipe’.
O pedido de inquérito também cita outros nomes fortes do governo Temer, como o próprio presidente interino, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimento, Moreira Franco.
Janot faz referências a doação de R$ 5 milhões que Pinheiro teria feito a Temer e afirma que o pagamento tem ligação com a obtenção da concessão do aeroporto de Guarulhos, atualmente com a OAS.
"Léo Pinheiro afirmou que explicaria, pessoalmente, para Eduardo Cunha [sobre a doação], mas que o pagamento dos R$ 5 milhões para Michel Temer estava ligado a Guarulhos", escreveu Janot – leia aqui.

2 de jun. de 2016

E UM BOSTA DESSE,AINDA FALA QUE É REPRESENTANTE DE DEUS! VAI TE LASCAR FDP!!!!!!

Inquisidor da UNE, Feliciano é mau pagador de impostos, usa gravadora fantasma e responde no STF por contratar funcionários de igreja com dinheiro público


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Feliciano, com Bolsonaro pai e filho, assiste a beijaço na Câmara; ao lado, a casa onde deveria funcionar uma gravadora contratada por ele
Fotos Lula Marques, Fotos Públicas e Viomundo
por Conceição Lemes, com Garganta Profunda*
O deputado federal Marco Feliciano foi autor do projeto que deu origem à CPI da União Nacional dos Estudantes, a UNE.
O requerimento foi aprovado no apagar das luzes do mandato de Eduardo Cunha como presidente da Câmara.
Feliciano pretende saber mais sobre as finanças da UNE.
Ele quer investigar os R$ 44,6 milhões recebidos pela entidade a título de indenização por danos que sofreu durante a ditadura militar, bem como detalhes da associação da UNE com a empresa de negócios imobiliários CBRE, que ergueu prédio de 12 andares no terreno da UNE na praia do Flamengo e aluga salas do empreendimento.
A UNE acredita que a CPI é apenas o primeiro movimento do governo Temer para perseguir os movimentos sociais, retomando algo que o Brasil assistiu com frequência ao longo dos 21 anos da ditadura militar.
O curioso é que a iniciativa tenha partido logo de Feliciano, que tem um imenso telhado de vidro quando se trata de finanças.
O deputado do Partido Social Cristão já foi alvo de sete ações judiciais para pagamento de impostos e recolhimento do FGTS em duas das empresas que mantém em Orlândia, sua base eleitoral.
Um levantamento do Viomundo naquela comarca revelou:
Processo: 0001564-78.2014.8.26.0404 — Execução Fiscal (2014)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 6.969,65 de impostos devidos por uma das empresas de Feliciano, a Kakeka Comércio Varejista de Brinquedos, na qual ele é sócio da mulher Edileusa de Castro Silva Feliciano. Situação: Extinto. O deputado parcelou e pagou a dívida.
Processo: 0001563-93.2014.8.26.0404 — Execução Fiscal / ICMS (2014)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 18.172.50 de ICMS devido por uma das empresas de Feliciano, a Kakeka Comércio Varejista de Brinquedos. Situação: Em andamento. Parcelou a dívida.
Processo: 0001283-25.2014.8.26.0404 — Execução Fiscal / FGTS (2014)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 24.134,69 de FGTS devido por uma das empresas de Feliciano, a Kakeka Comércio Varejista de Brinquedos. Situação: Em andamento. Em 2015, a Justiça bloqueou o valor na conta de Feliciano para garantir que ele pague a dívida.
Processo: 0001708-86.2013.8.26.0404 — Execução Fiscal / Dívida Ativa (2013)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 35.167,50 de impostos federais por uma das empresas de Feliciano, a Kakeka Comércio Varejista de Brinquedos. Situação: Em andamento. Em abril de 2016, o processo foi suspenso porque o deputado parcelou a dívida.
Processo: 0002360-74.2011.8.26.0404 — Execução Fiscal / Multas e demais Sanções (2011)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 26.654,52 de multa por não pagar impostos federais por uma das empresas de Feliciano, a Kakeka Comércio Varejista de Brinquedos. Situação: Arquivado provisoriamente sem pagamento. A União mandou arquivar quando uma portaria da Fazenda autorizou a suspensão de execução de dívidas fiscais de valores considerados baixos.
Processo: 0002358-07.2011.8.26.0404 — Execução Fiscal / Dívida Ativa (2011)
Resumo: Justiça mandou cobrar pagamento de R$ 28.580,26 de impostos federais por uma das empresas de Feliciano, a Marco Antônio Feliciano Empreendimentos Culturais. Situação: Em andamento. Em 30 de junho de 2015, um oficial de justiça citou o deputado, que não pagou a dívida. O mesmo oficial disse que não localizou bens livres de Feliciano que pudessem ser penhorados.
Este último detalhe chama a atenção. O pastor Marco Feliciano sempre propagou sua origem humilde. Talvez uma forma de incentivar fiéis a doar à Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, que criou em Orlândia e transformou num mini império neopentecostal.
Porém, segundo dados oficiais informados ao TSE, o pastor teve uma evolução patrimonial de 111,3% entre 2010 e 2014.
Seus bens saltaram de R$ 634.800,00 para R$ 1.341.464,92 em quatro anos.
Como é que um milionário não tem dinheiro para pagar em dia seus impostos, as dívidas relativamente irrisórias de suas empresas ou bens para cobrir os valores em casos como o da pretendida penhora?
Considerem, para efeito de comparação, o que aconteceu com Chico Alencar, do Psol, no mesmo período: o patrimônio foi de 221 mil em 2010 para 189 mil em 2014, queda de 14,5%.
Alencar não é dono de igreja, nem atrasa pagamento de impostos.
UM GASTADOR DA VERBA PARLAMENTAR
Todo congressista brasileiro tem direito a mordomias. É dinheiro público, para permitir que tenha condições de exercer o mandato.
Na Câmara, são 78 mil mensais para contratação de pessoal de gabinete. Mais R$ 3.800,00 de auxílio-moradia para quem não recebe um apartamento funcional gratuito.
Periódicos e material de expediente também são bancados pelo Congresso, além de 130 mil páginas de serviços gráficos por semestre.
Finalmente, existe a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, a CEAP, que varia por conta do preço das passagens aéreas.
Para um parlamentar paulista, é de R$ 37.043,53 mensais, ou R$ 444.522,36 anuais.
Uma bolada, cujo uso obedece a uma série de regras.
O dinheiro não pode ser usado para fazer campanha política, nem para comprar serviços de empresas dos próprios deputados, por exemplo.
Diz a regra: “Não se admitirá a utilização da cota para ressarcimento de despesas relativas a bens fornecidos ou serviços prestados por empresa ou entidade da qual o proprietário ou detentor de qualquer participação seja o deputado ou parente seu até o terceiro grau”.
O reembolso de algumas despesas depende da apresentação de notas fiscais.
A “divulgação da atividade parlamentar” é uma rubrica frequentemente utilizada por alguns deputados. O valor efetivamente gasto por eles varia enormemente.
Em 2015, por exemplo, Tiririca (PR-SP) utilizou pouco mais de R$ 147 mil da CEAP, Paulo Maluf chegou aos R$ 327 mil, enquanto o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) passou dos R$ 425 mil.
É um padrão curioso o dos gastos de Feliciano: as notas que realmente pesam na contabilidade do mandato são emitidas por duas empresas de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, bem distantes de seu domicílio eleitoral em Orlândia: de uma gráfica e de uma gravadora.
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Seo Raimundo: não existe gravadora no endereço da gravadora
GRAVADORA NÃO EXISTE EM CASA DE FAMÍLIA
A gravadora fica na rua Tupã, 91, Parque Paulista, em Franco da Rocha.
Ou deveria ficar, de acordo com as notas fiscais que emite.
Nosso repórter esteve lá.
Bateu palmas e tentou contato com alguém, sem sucesso.
Percorreu a rua perguntando aos vizinhos sobre a gravadora, cujo nome de fantasia é Menorah Music. Nos registros oficiais, a atividade da empresa é “produção de filmes em vídeo”.
Ninguém tinha ouvido falar de uma gravadora ali, ou de um morador do bairro que prestasse serviços ao pastor Feliciano.
O vizinho, dono de uma empresa que produz massas, estranhou.
O barbeiro da rua também, mas deu uma dica: quem mora neste endereço é o seo Raimundo, ele tem um negócio na avenida.
Nosso repórter bateu perna pela região até encontrar o seo Raimundo numa empresa que fornece botijões de gás.
Primeiro, ele confirmou que em sua casa funcionava uma gravadora.
Depois, voltou atrás.
Tinha apenas emprestado o endereço a uma moça, de nome Suzana, para montar a empresa. Na versão dele, quando surgem gravações a fazer ela recorre a terceiros para dar conta do serviço.
Suzana não mora na rua Tupã, de acordo com seo Raimundo. Ah, e esta moça não é minha filha, não, ele disse.
Não tivemos tempo de perguntar se Raimundo Alves de Lima é sócio da filha Suzana de Oliveira Silva Lima numa lanchonete na avenida Cavalheiro Angelo Sestini, em Franco da Rocha, nem o grau de relação desta família Silva Lima com o pastor Marco Feliciano ou a esposa dele, Edileusa de Castro Silva Feliciano.
Seo Raimundo se irritou quando nosso repórter sacou o celular para fazer fotos e colocou a reportagem para correr.
Segundo a assessoria do deputado, a Menorah Music presta “serviços de confecção de DVDs com mensagens institucionais do Dep Pr Marco Feliciano que são distribuídos aos interessados — eleitores ou não — que se interessam pelas atividades parlamentares; orientamos as pessoas que façam cópias e nos ajudem a divulgar, pois só conseguimos produzir quantidade limitada”.
Em 2015, segundo a assessoria, foram 25 mil DVDs. Naquele ano o mandato pagou R$ 90 mil à gravadora.
Desde dezembro de 2013, no entanto, a Menorah Music já emitiu cinco notas para o mandato do pastor Feliciano, totalizando R$ 328 mil!
DOIS PROCESSOS EM ANDAMENTO NO STF
O histórico do pastor Marco Feliciano quando se trata de gastos com dinheiro do Congresso não o ajuda.
Ele responde ao inquérito 3646 no Supremo Tribunal Federal.
A representação partiu dos colegas Jean Wyllys, Érika Kokay e Domingos Dutra.
Feliciano teria utilizado os R$ 78 mil mensais da verba de gabinete para contratar “assessores parlamentares” que, na verdade, atuam em sua igreja.
Ouvidos pela polícia, os contratados confirmaram trabalhar na igreja, no estado de origem de Feliciano, mas afirmaram que isso não os impedia de prestar assessoria parlamentar.
O caldo entornou, no entanto, quando um dos funcionários voltou atrás.
Wellington Josoé Faria de Oliveira deu entrevista ao Estadão depois de perder o emprego, responsabilizado por publicar na internet um vídeo com ofensas aos três adversários de Feliciano acima citados.
O vídeo acusava Wyllys de ter preconceito contra cristãos. Feliciano negou ter sido o responsável pelo ataque.
“Ele adorou, comprou a ideia e mandou realizar o vídeo, inclusive aprovou por e-mail, só não queria assumir como nosso”, disse Wellington na entrevista, cujo conteúdo confirmou posteriormente à Polícia Federal.
Ele também respaldou denúncia feita originalmente pela Folha de S. Paulo sobre pagamento a funcionários da igreja através de verbas de gabinete.
Do grupo de assessores fantasmas, segundo Wellington, fariam parte a bispa Roseli Alves Octávio, que trabalha na Catedral do Avivamento em Orlândia, o filho dela Rafael Alves Octávio (Franca), Adilson Santos de Brito (Guará) e André Luís de Oliveira (São Joaquim da Barra). Também é mencionado no inquérito do STF Joelson Heber da Silva Tenório.
O relator do caso, ministro Celso de Mello, em 26 de abril último despachou pedindo à PF que conclua as investigações.
Confirmado, o depoimento de Wellington pode complicar Feliciano, que conseguiu se livrar de outro inquérito.
O deputado pastor foi acusado de discriminar homossexuais por ter escrito num tweet: “A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, a rejeição”.
O STF entendeu que a discriminação por orientação sexual não é crime previsto em lei e arquivou o caso.
Porém, o ministro Luís Roberto Barroso fez uma observação ferina ao criticar o comportamento do deputado pastor Marco Feliciano em relação aos homossexuais: “Eu me lembro sempre de uma passagem do Freud, que dizia que por trás de toda interdição existe um desejo”.
*Garganta Profunda é jornalista investigativo com 20 anos de experiência

24 de mai. de 2016

GALERIA DOS HIPÓCRITAS#08.

Ministro que propôs corte do Bolsa Família e do SUS tem sobrinha não concursada recebendo R$ 15 mil mensais



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Alana, a assessora do TRT; a tia dela, vice-governadora do Paraná, o ministro da Saúde e a filha Maria Victoria, deputada estadual (PP-PR)
Sr. Presidente, pela unidade do Partido Progressista, que fechou questão em relação ao impeachment, pelos progressistas da minha família: Maria Victoria, Cida Borghetti, Silvio Barros, pelos paranaenses que represento e pela minha Maringá, o meu voto é sim. Então deputado Ricardo Barros (PP-PR), ao votar pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara
Ninguém vai ficar na miséria se cortar um pouco do programa. São eles [do PT] que politicamente se beneficiam da distribuição de recursos do Bolsa Família. Minha base eleitoral é outra. Eu não tenho esse problema. Quando eu propus zero de reajuste para os servidores públicos, eu propus porque o governo simplesmente não tem como pagar. Deputado Ricardo Barros, relator do Orçamento, em 2015, ao propor corte de 36% nas verbas do Bolsa Família
Vamos ter que repactuar, como aconteceu na Grécia, que cortou as aposentadorias, e em outros países que tiveram que repactuar as obrigações do Estado porque ele não tinha mais capacidade de sustentá-las. Ministro da Saúde Ricardo Barros, propondo restrições a direitos no Sistema Único de Saúde
Ninguém é obrigado a contratar. Não cabe ao ministério controlar isso. Ministro Ricardo Barros ao dizer que não pretende controlar a qualidade dos planos de saúde privados
Da Redação, com Garganta Profunda
O engenheiro Ricardo Barros, que deixou mandato parlamentar do PP-PR para servir ao governo interino de Michel Temer na condição de ministro da Saúde, causou um bocado de polêmica nos últimos meses.
Ele tem se mostrado linha dura quando se trata de gastos públicos. Propôs aumento zero para servidores públicos e disse que é impossível sustentar o SUS.
Porém, sabemos agora que Barros tem bem perto de casa um exemplo de possível corte que pouparia o suficiente para dar o benefício básico do Bolsa Família a 195 domicílios.
Trata-se da sobrinha de sua esposa, Alana Borghetti Violanni, que trabalha no cerimonial do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná com um salário bruto de R$ 15.087,38.
Alana não é concursada. Foi lotada na Secretaria Geral da Presidência e tem direito a vantagens como auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, auxílio-saúde, auxílio-natalidade, auxílio-moradia e ajuda de custo. Além disso, tem direitos como “abono constitucional de 1/3 de férias e gratificação natalina”.
É por isso que o salário base dela, de R$ 10.352,52, chega aos R$ 15.087,38 brutos mensais.
Alana é sobrinha de Cida Borghetti, esposa de Ricardo Barros, que é vice-governadora do Paraná.
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Fonte interna do tribunal informa que “a remuneração dela corresponde a de um cargo de chefia dos mais altos do TRT-PR, um CJ03. Trata-se não apenas de mais um caso de provável nepotismo cruzado e troca de favores. Num momento de crise como esse, trata-se do retrato do descaramento que tomou de assalto o governo brasileiro”.
A fonte da informação acrescentou: “Cabe dizer que não tenho nada de pessoal contra a moça, mas não é possível que um tribunal que demite seus terceirizados e quebra contratos com seus fornecedores, tudo por falta de dinheiro, possa manter a sobrinha de seu principal inimigo em seus quadros por uma mera conveniência política”.
O informante se refere ao fato de que o contingenciamento que afetará o funcionamento dos TRTs em 2016 foi proposto pelo deputado Ricardo Barros quando ele foi relator do Orçamento da União. Os maiores prejudicados pela medida serão os trabalhadores que movem ações contra seus patrões.
Registros oficiais mostram que Alana tem cargos no judiciário paranaense desde julho de 2012. Ela foi exonerada em fevereiro de 2015, mas dois meses depois já havia sido nomeada outra vez, contratada desta vez na Assessoria de Comunicação do TRT-9ª Região.

21 de mai. de 2016

GALERIA DOS HIPÓCRITAS.#07

Líder do governo Temer é homem família: ele, a mãe, a esposa e a irmã tiveram direitos políticos suspensos por fazerem a feira com dinheiro público. Literalmente



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Com Bolsonaro e Feliciano discursando como líder do PSC na Câmara; a ex-deputada Lila Moura em Miami; com o patrono Cunha: tudo em família
Sr. Presidente, quero agradecer a toda a nossa bancada e dizer que nenhum povo é realmente grande, senão pela liberdade que tem ou conquista. Neste momento histórico, nós somos o povo brasileiro, nós somos a Pátria. Pelo Brasil, pelo meu amado Estado de Sergipe, de um grande homem, mestre da Filosofia e do Direito, Tobias Barreto; em nome da família e dos meus filhos, Yandra e Yago, eu voto sim, Sr. Presidente, pelo impeachment. André Luís Dantas Ferreira, vulgo André Moura, na votação do impeachment na Câmara em 17 de abril
A sociedade não é ainda, como queria Jesus, a organização do amor, nem a organização do trabalho, mas a da hipocrisia. Tobias Barreto
Da Redação, com Garganta Profunda
Documentos oficiais demonstram que o recém-indicado líder do governo Temer, André Luís Dantas Ferreira, eleito como André Moura, é acusado de ter exercido o papel de coronel no município de Pirambu, em Sergipe, que governou em dois mandatos consecutivos (1997-2004).
Apesar de ser ficha suja, André manteve o mandato e agora ascende à posição de articulador oficial do Planalto na Câmara.
Ele votou pelo impeachment de Dilma Rousseff falando em reconquistar a liberdade, mas responde na Justiça por tentativa de homicídio de um ex-aliado político.
A denúncia contra André Moura foi feita pelo ex-prefeito de Pirambu, Juarez Batista dos Santos. Ele registrou queixa na polícia e depôs ao Ministério Público Federal em Sergipe.
Pirambu, de cerca de 9 mil habitantes, fica na costa sergipana.
Juarez sucedeu André Moura na Prefeitura em 2005 e disse que se viu forçado a ceder o poder informalmente ao antecessor e ao cunhado dele, Elio Martins, o Elinho.
A descrição é do próprio Supremo Tribunal Federal, onde tramitam ações contra Moura:
Nessa posição, ele [André Moura] teria indicado a maior parte dos secretários municipais e mantido carros e celulares da Prefeitura à sua disposição, além de fazer compras em mercados pagas pelo erário, indicar vários funcionários fantasmas, entre eles sua esposa (Lara Adriana, também denunciada) e receber repasses mensais da Prefeitura entre R$ 30 mil e R$ 50 mil, conforme a acusação. Nas eleições de 2006, Moura foi candidato a deputado estadual e, durante a campanha, segundo relato de Juarez dos Santos, as exigências ilícitas se agravaram, quando Moura teria encomendado repasse de R$ 1 milhão entre abril e setembro. Sem conseguir atender às demandas, o prefeito passou a receber ameaças que culminaram com troca de tiros que feriram o vigilante de sua casa, disparados por quatro homens encapuzados.
O inquérito 3905, que trata da tentativa de homicídio a que André Moura responde, ainda não resultou em denúncia.
Os inquéritos 3204, 3221 e 3516, originários do Ministério Público de Sergipe, serão julgados em conjunto.
O 3204 trata de licitações forjadas pelo grupo.
O 3221 é sobre o desvio, por parte do prefeito de Pirambu, de telefones celulares com as contas pagas pelo município para uso de André Moura, sua mãe e irmã.
O 3516 é relativo ao desvio de servidores e da frota municipal para uso pela família de André Moura.
No STF, a defesa alegou que o atual líder do governo Temer na Câmara e o prefeito Juarez eram aliados e que as denúncias foram resultado de “vingança política”, depois do rompimento entre eles.
Ao depor ao MPF em Sergipe, Juarez alegou que só denunciou suas próprias ações criminosas por ter recebido ameaças de morte.
O caso também foi apurado ou acompanhado de perto pelo MPE de Sergipe, pela Procuradoria Regional Eleitoral, pela Procuradoria Geral de Justiça do Estado e pela Procuradoria da República em Sergipe.
Fornecedores da Prefeitura de Pirambu depuseram, comprovando as denúncias. As notas fiscais eram emitidas com informações falsas. José Milton Nunes, do Supermercado MM Nunes, informou: “Que os refrigerantes, cervejas e vinhos eram comprados pela Prefeitura ao depoente, e entravam na sua Nota Fiscal como Cestas Básicas”.
Outro fornecedor, Ricardo Fortes Lemos, afirmou “que vinha uma Ordem da Prefeitura determinando qual o tipo de Produto que sairia na nota, ainda que tivesse sido fornecido cerveja, whisky e red bull”.
De acordo com trecho de documento do MP, “importa ressaltar que, segundo o apurado, as compras irregulares, custeadas pelo Erário municipal [de Pirambu], abasteciam as residências do Prefeito Juarez Batista, do ex-gestor André Moura e de sua esposa Lara Moura, de seu cunhado Elinho e de sua irmã Patrícia Moura, sendo compostas por produtos que configuravam típicas feiras de mercadinho”.
O valor total desviado foi de cerca de R$ 100 mil, em dinheiro da época. Pode parecer pouco, mas em 2015 o governo federal transferiu ao município, como apoio à alimentação escolar na Educação Básica, o valor de R$ 141.664,00.
Por conta do escândalo, o município sofreu intervenção estadual.
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Pirambu: Dependência dos royalties do petróleo e das verbas federais
OLIGARQUIA LOCAL
André Moura começou sua carreira política aos 18 anos de idade trabalhando com a então primeira dama de Sergipe, Maria do Carmo Alves, casada com o governador João Alves Filho.
No mesmo ano o pai de André, Reinaldo, elegeu-se deputado estadual. André passou a trabalhar como chefe de gabinete. No ano seguinte, 1993, tornou-se chefe de gabinete da presidência da Assembleia Legislativa de Sergipe.
A família considerou lançá-lo candidato a vereador em Aracaju, em 1996, mas decidiu-se pela disputa da prefeitura de Pirambu.
Encerrado o primeiro mandato, segundo observadores locais André decidiu buscar a reeleição de olho nos royalties pagos ao município relativos ao petróleo descoberto na costa sergipana.
Não há dados públicos para o período em que ele governou o município, mas em 2007 a União repassou a Pirambu R$ 4,4 milhões em royalties e R$ 2,9 milhões em Fundo de Participação dos Municípios, que geralmente é a maior fonte do orçamento das pequenas cidades.
Em vez de André Moura, foi a mãe Lila que se elegeu deputada estadual.
A família organizou sua sub-oligarquia em torno das prefeituras de Pirambu e da vizinha Japaratuba, de onde a mulher de André Moura, Lara, já foi prefeita.
Também tirou proveito do poder derivado de cargos públicos obtidos através de João Alves Filho.
Reinaldo, o patriarca da família, exerceu seis mandatos de deputado estadual e foi conselheiro do Tribunal de Contas de Sergipe de 2001 a 2013.
André, por sua vez, logo que deixou a prefeitura de Pirambu foi secretário de Estado de Serviços Públicos Metropolitano no governo João Alves.
Foi com este “cacife” — e mais o dinheiro que é acusado de desviar de Pirambu — que André Moura conquistou o primeiro mandato de deputado estadual, em 2006.
REVERTENDO UMA CONDENAÇÃO
André Moura é ficha suja. Ele foi condenado por improbidade administrativa e teve os direitos políticos suspensos em novembro de 2013. A decisão foi do juiz Rinaldo Salvino do Nascimento, da comarca de Japaratuba, em Sergipe. A condenação também alcançou a mãe, a esposa e a irmã do deputado, Patrícia, além do cunhado Elio Martins, o Elinho.
As provas demontraram que André gastava por conta da prefeitura de Pirambu quando já não era prefeito da cidade. Fazia compras no supermercado Julio Prado Vasconcelos, em Aracaju, nas lojas MM Nunes e Glícia, em Pirambu, além de bancar refeições, tira-gostos e bebidas alcoólicas nas empresas La Natita Restaurante Ltda, Restaurante Tubarão da Praia, Churrascaria do Pampa e Marize dos Santos.
Tudo com dinheiro público.
Apesar de não terem ligação formal com a prefeitura de Pirambu, a mãe e a irmã de André foram condenadas porque “autorizavam” despesas em nome do município.
É espantoso que uma família poderosa tenha se valido do dinheiro de uma prefeitura para bancar a cerveja e o peixe frito no bar da esquina.
O Tribunal de Justiça de Sergipe manteve a decisão de primeira instância no último dia 2 de maio. Só reduziu a suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito Juarez, o denunciante, de oito para cinco anos.
Segundo nota do tribunal, “foi mantida também aos apelantes, a proibição de contratar com o Poder Público, incluindo-se na proibição o exercício de cargo público de natureza comissionada, nas três esferas de governo (Federal, Estadual e Municipal), bem como nas suas autarquias e empresas públicas, ficando ainda proibidos de receber da Administração Pública, benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, tudo, pelo prazo de 10 (dez) anos”.
O deputado André Moura respondeu a jornalistas que cabe recurso ao pleno do TJ e, por isso, ele não está com os direitos políticos formalmente suspensos.
Com o mesmo argumento, o cunhado Elio Martins, o Elinho, hoje governa Pirambu, tendo a irmã de André Moura, Patricia, como primeira dama. No ano passado, o município recebeu R$ 27,5 milhões em verbas federais, sendo quase R$ 16 milhões em royalties.
Aposentado do Tribunal de Contas, o patriarca da família recentemente filiou-se ao PSC.
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Pastor Everaldo, presidente do PSC, batiza Bolsonaro no rio Jordão; alunos de Medicina de Campos, no Rio, festejam seu herói nas redes sociais. É tudo a turma do Cunha
PADRINHO PODEROSO
Feito Paulo Maluf, André Moura disputou sua reeleição em 2014 sub judice. O TRE, invocando a Lei da Ficha Limpa, barrou o registro da candidatura. A confirmação dos 70 mil votos do líder do PSC na Câmara só aconteceu em dezembro, depois que o STJ suspendeu liminarmente a condenação por improbidade em Sergipe.
O TSE confirmou o mandato de André Moura com base na decisão do STJ.
A essa altura, André Moura já tinha um padrinho poderoso nos bastidores da política. Só em 2010, segundo documentos da contabilidade paralela da Odebrecht, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha foi intermediário de R$ 3 milhões em doações da empreiteira ao diretório nacional do PSC, o partido do qual André Moura se tornou líder na Câmara.
Nas eleições de 2014, 40% dos cerca de 700 mil reais que André Moura gastou oficialmente em sua campanha vieram dos diretórios estadual e nacional do PSC.
O partido tem apenas nove deputados federais, mas um poder desproporcional dentro da coalizão “organizada” por Eduardo Cunha na Câmara.
Parte disso se deve ao fato de ter como deputados Jair Bolsonaro e o pastor Marco Feliciano, que independem da legenda.
Bolsonaro elogiou Eduardo Cunha publicamente durante a votação da abertura de processo de impeachment contra Dilma Rousseff.
Batizado pelo pastor Everaldo, presidente do PSC, no rio Jordão, Bolsonaro pode vir a ser o “veículo” para reforçar o poder de Cunha nas barganhas da política nacional durante a campanha de 2018.
André Moura é parte importante deste quebra-cabeças: vai trabalhar por Temer mas, acima de tudo, deve lealdade a Cunha.
EM NOME DA FAMÍLIA
O deputado que se “libertou” de Dilma Rousseff no dia da votação do impeachment é fiel à família.
Num inquérito que corre em segredo de Justiça no STF, André Moura é investigado como um dos nove deputados ou ex-deputados que integram a tropa de choque de Eduardo Cunha no Parlamento.
Segundo a PGR, o grupo usou as prerrogativas parlamentares para adiantar os negócios de Cunha.
Com a apresentação de requerimentos na Câmara contra desafetos, por exemplo.
Os parlamentares, dentre eles André Moura, também são acusados de atuar para dificultar as investigações sobre o patrono.
Em 27 de maio de 2015, os empresários Milton, Salim, Rubens, Carlos Eduardo e Pedro Henrique Schahin foram depor na CPI da Petrobras. São executivos do Grupo Schahin.
Em retrospectiva, aquela CPI é vista como um “veículo” utilizado por Eduardo Cunha para obter informações e constranger testemunhas.
A arapongagem foi feita oficialmente pela empresa Kroll, contratada pela CPI com dinheiro público.
O constrangimento de testemunhas ficou por conta de deputados como André Moura, segundo afirmou a Procuradoria Geral da República em denúncia.
No dia do depoimento dos Schahin, por exemplo, os empresários se negaram a falar protegidos por um habeas corpus.
Mesmo assim, André Moura decidiu usar o tempo das perguntas. Conseguiu autorização do presidente da CPI e passou a praticar o que a PGR interpretou como tentativa de humilhação:
O senhor sabe que o fato de vir aqui e permanecer em silêncio, além de um desrespeito a esta CPI, à Câmara Federal e ao povo brasileiro, é uma prova inconteste de que as digitais de Vossa Senhoria, de sua família, estão em todo esse esquema de corrupção da Lava-Jato? 
O senhor a nada respondeu aqui nesta CPI, um senhor que tem família. O senhor não acha que isso tudo prejudica a sua família, podendo a sua família terminar em uma situação extremamente desconfortável, por conta do que vocês operaram — está claro que vocês operaram, não resta dúvida de que vocês operaram —, que mais cedo ou mais tarde isso tudo vai ser descoberto e que V.Sa. e sua família vão pagar por isso?
V.Sa. não tem receio de que o fato de não vir aqui colaborar, isso tudo piora a sua situação? Na idade que o senhor tem, o senhor se presta a esse papel ridículo de vir aqui faltar com o respeito a esta CPI, a este Parlamento? V.Sa. não tem vergonha? Não tem vergonha?
Tantos anos, V.Sa. não teve vergonha, nem V.Sa. nem a sua família, de participar desse esquema de corrupção, em que suas digitais estão lá presentes, e V.Sa. não tem vergonha de vir aqui desrespeitar esta Casa e o povo brasileiro, não? 
Lá [na cadeia] o senhor não vai ter com quem conversar. Lá você vai ficar real e verdadeiramente em silêncio, para aprender a respeitar o povo brasileiro, para aprender a não participar do esquema da corrupção de que V.Sa. e sua família participam e, acima de tudo, para aprender a respeitar este Parlamento. Lá, V.Sa., na cadeia, que é o lugar de V.Sa., realmente vai ficar em silêncio.
A PGR sustenta que André Moura constrangeu os integrantes da Schahin porque eles se diziam vítimas de perseguição de Cunha.
Por conta da Lava Jato e da recessão econômica, o grupo Schahin está em recuperação judicial desde o ano passado.
Captura de Tela 2016-05-19 às 02.48.51André Moura fez parte do grupo cujo trabalho na Câmara rendeu a Cunha ao menos dois automóveis de luxo bancados por Funaro, sustenta a PGR, que vazou documentos para a revista Época
DEFENDENDO O PATRONO EM DISPUTA COMERCIAL
A origem da disputa entre Cunha e os Shahin foi o rompimento da barragem da Pequena Central Hidrelétrica de Apertadinho, no Pará.
A empresa Cebel, Belém Centrais Elétricas, havia contratado a Schahin Engenharia para fazer a obra. Mas o desastre provocou uma guerra comercial entre as duas empresas.
A Cebel é controlada pelo “empresário dos dólares” Lúcio Bolonha Funaro, parceiro de Cunha. Ele teria convocado o amigo a infernizar os adversários.
Segundo a PGR, isso se deu através de requerimentos e convocações: “Os requerimentos se iniciaram em 21 de fevereiro de 2008 – apenas dois meses após o rompimento – e continuaram até a CPI da Petrobrás de 2015. Sem contar esta última CPI da Petrobrás, foram formuladas 32 proposições em face do Grupo Schahin. Somados a esses, foram elaborados outros 6 requerimentos em desfavor do grupo Schahin perante a CPI da Petrobrás instaurada em 2015, por pessoas também ligadas a Eduardo Cunha”.
As ameaças veladas — do homem que hoje é líder do governo Temer na Câmara — aos integrantes da família Schahin, acredita a PGR, fizeram parte do pacote achaque/intimidação.
O pagamento de Funaro a Cunha pelos serviços prestados na Câmara, segundo a PGR, se deu com a compra e entrega de dois automóveis: um Hyundai Tucson preto, ano 2009, e um Land Rover Freelander prata, ano 2008, avaliados em R$ 180 mil.
Funaro usou as empresas Cingular e Roysterum como intermediárias das compras. Os automóveis de luxo foram colocados em nome da C3 Produções Artísticas e Jornalísticas, empresa na qual Cunha é sócio de sua esposa, Cláudia Cruz.
André Moura, que agiu com perícia na aprovação da redução da maioridade penal na Câmara, recebe agora de Cunha outra tarefa: mobilizar em nome de Temer a base parlamentar que vai… libertar o Brasil da corrupção?

28 de abr. de 2016

AI MEU DEUS! O SATANÁS ESTÁ SOLTO,SOCORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!

Agora vai: Temer recebe bênção de Malafaia e Everaldo diz que eleição direta é golpe


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Everaldo, Malafaia e Cunha: em defesa da família, Projeto de Deus
Temer abre espaço na agenda para receber bênção de Silas Malafaia
GUSTAVO URIBE, 27/04/2016 12h04, Folha
O vice-presidente Michel Temer abriu espaço em sua agenda na manha desta quarta-feira (27) para receber a bênção do pastor Silas Malafaia, crítico ferrenho do governo Dilma Rousseff e líder do Ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus.
Em encontro rápido no Palácio do Jaburu, o pastor orou pelo peemedebista e desejou sorte caso a presidente seja afastada temporariamente do cargo e o vice-presidente assuma interinamente.
Conservador e contrário à ampliação dos direitos de homossexuais, Malafaia já atacou o ex-presidente Lula, dizendo que ele e o PT eram responsáveis pelo mensalão e pelo escândalo na Petrobras.
“Na oração, ele desejou que Deus dê sabedoria ao vice-presidente para que ele dirija a nação para tirá-la do fundo do poço”, relatou o ex-candidato presidencial Pastor Everaldo, responsável pelo encontro.
Para Everaldo, Dilma deveria “ter o mínimo de bom senso” e renunciar antes da análise no plenário do Senado Federal da admissibilidade do pedido de impeachment, marcada para 11 de maio.
“E eu discordo de proposta de antecipação de eleição presidencial. Isso seria um golpe e não é previsto na Constituição Federal”, disse.
Na terça-feira (26), Temer chamou de “golpe” a ideia, que tem sido defendida por ministros e petistas.
O tema chegou a ser até mesmo discutido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), que já defendeu a proposta.
O assunto deve ser tratado também nesta quarta-feira (27) entre Temer e Renan, que se reúnem na residência oficial do presidente do Senado Federal.

21 de abr. de 2016

SÃO UM BOCADO DE CABRA DE PÊIA.!!!!!!!!!

Isso é PMDB: ciclovia desaba e mata. Empreiteira é da família de secretário de Paes.
Se o povo brasileiro quiser uma amostra do que é a "Ponte para o futuro" do golpe Temer-Cunha, olhem para a ciclovia suspensa que desabou no Rio de Janeiro e matou dois ciclistas.

A obra da Prefeitura do Rio foi inaugurada há 3 meses pelo prefeito do PMDB, Eduardo Paes.

A construtora foi a Concremat, empresa da família de Antônio Pedro Viegas Figueira de Mello, secretário municipal de turismo nomeado por Eduardo Paes do PMDB.

Antônio Pedro já foi condenado a devolver R$ 5 millhões aos cofres públicos da prefeitura. Segundo a sentença o secretário pagou a empresa L21 Participações, sem licitação, para explorar comercialmente o bailes de carnaval.

A Concremat já aparece em investigação da Lava Jato, seja por integrar consórcios, seja por ter contratos de fiscalização de obras. E tem outros contratos com a prefeitura e o governo estadual do RJ, também do PMDB. Inclusive no Porto Maravilha. O dono de outra empreiteira, a Carioca Engenharia, delatou ter pago parte de propinas de R$ 52 milhões ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) relativas às obras do Porto Maravilha.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tucanos negociam depoimento de Delcídio para aliviar Aécio. Alguém será preso?


"Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio" e que aqui vai resumida: a estratégia, com aval de Aécio Neves, presidente do PSDB, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas ao senador Delcídio do Amaral, é que este recue das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio no caso de corrupção de Furnas e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
Vale lembrar que: o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da...

GALERIA DOS HIPÓCRITAS!!! 01.

Raquel Muniz: Disse que o marido preso era exemplo, mas ambos foram acusados de montar fura fila de pacientes para elegê-la

19 de abril de 2016 às 02h29
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A casa da família em Montes Claros e o encontro com o presidente da Câmara antes da votação: o marido posteriormente preso, Cunha e a deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG)
Por Luiz Carlos Azenha
Nosso primeiro caso é o da deputada federal #1Raquel Muniz, do PSD de Minas Gerais.
Palavras dela ao votar pela abertura de processo de impeachment contra Dilma:
“Meu voto é em homenagem às vítimas da BR-251. É para dizer que o Brasil tem jeito, e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão“.
Raquel é casada com o prefeito Ruy Muniz (PSB), do qual era chefe-de-gabinete antes de se afastar para concorrer à Câmara. A Procuradoria Eleitoral do MPF de Minas Gerais pediu a cassação do registro ou do diploma de Raquel alegando “abuso de autoridade e de poder político, com uso da máquina administrativa em benefício de sua candidatura”. Ela e o marido correm o risco de se tornar inelegíveis por 8 anos.
A acusação é de que o prefeito ofereceu vantagens financeiras com dinheiro público a servidores municipais que trabalharam como cabo eleitorais de Raquel. Além disso, para obter votos para a esposa em cidades vizinhas a Montes Claros, o prefeito é acusado pelo MPF de ter montado um esquema pelo qual pacientes de outras regiões recebiam prioridade de atendimento na rede pública de saúde do município. Não poderiam fazê-lo, por serem moradores de outros polos regionais. Era, por assim dizer, um fura-fila na saúde com objetivos eleitoreiros.
Tânia elegeu-se em 2014 pelo PSC. Oficialmente, gastou pouco mais de R$ 3,4 milhões na campanha. O fato que mais chama a atenção na prestação de contas é que ela doou para si mesma cerca de R$ 386 mil.
Duas das maiores contribuições foram da Construtora JRN, somando R$ 485 mil. O maior depósito em dinheiro vivo foi da Concretum Engenharia e Transportes, com R$ 100 mil. Outra empresa local, a Exito Construções e Incorporações, deu R$ 50 mil. Na soma das empreiteiras, são R$ 635 mil.
Raquel Muniz obteve 96.073 votos.
*****
Procuradoria Eleitoral pede inelegibilidade de deputada federal eleita
Raquel Muniz teria se valido da máquina administrativa em prol de sua candidatura. Seu marido, prefeito de Montes Claros, também pode ficar inelegível
19/12/2014
A Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais (PRE-MG) ajuizou ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) contra o prefeito municipal de Montes Claros/MG, Ruy Adriano Borges Muniz, e contra sua esposa, Tânia Raquel de Queiroz Muniz, eleita deputada federal nas eleições de 2014.
Também são investigados os servidores públicos municipais Marcus Felipe do Ó, Cícero Júlio Campos de Oliveira e Maria Jacqueline de Matos Silva.
Segundo a ação, Raquel Muniz, na companhia do marido e prefeito Ruy Muniz, teria organizado um sistema de favorecimento de sua candidatura a deputada federal, com apoio de Marcus, Cícero e Maria Jacqueline, em duas frentes principais de atuação: concessão de gratificações a servidores municipais e encaminhamento de consultas e exames médicos de pacientes oriundos de outros municípios sem observância dos procedimentos adequados.
No caso das gratificações, o servidor Marcus Felipe, lotado na Secretaria de Articulação Política e Administração Regional do município, era quem indicava os beneficiários em troca da prestação de serviços na campanha de Tânia Muniz. Suspeita-se que mais de 20 servidores foram beneficiados com tal prática.
Para a PRE-MG, ficou evidente, a partir de depoimentos colhidos em investigação conduzida pelo Ministério Público Estadual, que a candidata “cooptava servidores públicos pagos com recursos do erário municipal, oferecendo-lhes gratificações que representariam acréscimo em suas remunerações, também custeadas com as verbas públicas de Montes Claros, para trabalharem em prol de seus interesses eleitoreiros particulares, incrementando, assim, o contingente de cabos eleitorais”.
Porém, o abuso de autoridade não se restringiu a essa conduta. A ação relata que Raquel Muniz, na condição de chefe de gabinete do marido, colocou a estrutura administrativa do Município de Montes Claros à disposição de eleitores de localidades próximas, sempre com o intuito de obter dividendos eleitorais.
“A liberalidade feita com recursos públicos se dava em reuniões com lideranças políticas da região em que eram fechados acordos, cuja contrapartida era a obtenção de apoio em prol da candidatura de RAQUEL MUNIZ a deputada federal nas eleições de 2014, pleito no qual se sagrou vencedora”, afirma a ação.
A PRE-MG explica que a irregularidade estava no fato de que tais pacientes só poderiam ser atendidos pelo sistema de saúde pública de Montes Claros caso seu município de origem integrasse o Polo da Microrregião de Montes Claros [composto por 10 municípios: Bocaiúva, Claro dos Poções, Engenheiro Navarro, Francisco Dumont, Glaucilândia, Itacambira, Guaraciama, Joaquim Felício, Juramento e Olhos D’Agua], e, ainda assim, apenas e tão somente se fossem encaminhados oficialmente pela secretaria de saúde de sua localidade de origem.
Esse trâmite, no entanto, deixou de ser observado em razão dos “acordos costurados” pelo prefeito e pela candidata com prefeitos de outros municípios.
Foram encontrados, por exemplo, pacientes atendidos em Montes Claros, mas provenientes de locais como Japonvare Lontra, que pertencem a outros pólos regionais.
Para driblar a necessidade de encaminhamento pelas respectivas secretarias municipais, os servidores Marcus Fellipe, Cícero e Maria Jacqueline cooptaram médicos dos Centros de Saúde municipais, que subscreviam os pedidos de encaminhamento para consultas e exames especializados como se os pacientes residissem em Montes Claros.
A ação relata que Maria Jacqueline, “na qualidade de chefe do Centro de Saúde do Bairro Renascença, de seu turno, além de determinar aos médicos sob seu comando que assinassem os pedidos de encaminhamento sem que eles tivessem empreendido qualquer contato com os pacientes, frequentemente determinava o atendimento de pacientes que dizia já terem os exames marcados no sistema, a maioria deles para o mesmo dia da assinatura nos pedidos de encaminhamentos ou exames, fato que causava desconforto aos profissionais de saúde que lhe eram subordinados”.
Para a Procuradoria Eleitoral, “o expediente enganoso acabava por causar prejuízos não só aos cofres de Montes Claros, que deixavam de receber pelos serviços médicos prestados a pacientes de outros locais, como aos próprios munícipes de Montes Claros, que se viam preteridos em seus atendimentos em razão dos agendamentos irregulares”.
Na verdade, ambos os expedientes utilizados por Raquel Muniz configurariam, segundo a PRE-MG, abuso de autoridade e de poder político, com uso da máquina administrativa em benefício de sua candidatura, ressaltando-se que, mesmo após sua desincompatibilização do cargo de chefe de gabinete, a deputada eleita continuou a aparecer em eventos públicos e outros atos oficiais ao lado do marido.
Se a ação for julgada procedente, Raquel Muniz pode ter o registro ou diploma cassados, ficando sujeita ainda à decretação de sua inelegibilidade por oito anos, sanção que pode alcançar também todos os demais investigados, inclusive o atual prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz.
*****
Sobre o marido de Raquel, Ruy Muniz (PSB), um blog foi criado por adversários políticos dele. Apesar de oferecer o link, o Viomundo não endossa o conteúdo.
A respeito da prisão do marido de Raquel em Brasília, na manhã seguinte à votação da abertura do processo de impeachment, O Estado de Minas publicou:
Segundo a Policia Federal, “as investigações demonstram que os acusados, direta e indiretamente, valendo-se meios fraudulentos, tentaram destruir e/ou inviabilizar a existência e o funcionamento dos hospitais públicos (Hospital Universitário Clemente de Faria) e filantrópicos (Santa Casa, Fundação Aroldo Tourinho e Fundação Dilson Godinho) de Montes Claros, que atendem uma população de aproximadamente 1,6 milhão de pessoas, distribuídas nos 86 hospitais do Norte de Minas”. A PF cita que, em outubro de 2015, o prefeito e a secretária fizeram a retirada de cerca de 26 mil consultas e especializadas e 11 mil exames dos hospitais, “deixando de prestar os correspondentes serviços pela rede municipal, causando graves problemas à população”.
Com isso, relata a PF, “os acusados pretendiam favorecer o Hospital das Clínicas Mário Ribeiro da Silveira (Ambar Saúde), “pertencente e gerido, de fato pelo prefeito municipal, seus familiares e respectivo grupo econômico”. Ainda conforme a Policia Federal, o prefeito e a secretária [de Saúde de Montes Claros, Ana Paula Nascimento] vão responder pelos crimes de falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação pública, estelionato, prevaricação e peculato.
Em resumo, segundo a Polícia Federal, teria sido um segundo esquema envolvendo os serviços de saúde, desta vez prejudicando pacientes do SUS em benefício dos próprios negócios.
O Viomundo coloca a deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG) na Galeria dos Hipócritas por acreditar que os fatos acima são incompatíveis com a declaração dela, segundo a qual “o Brasil tem jeito, e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão”.

9 de abr. de 2016

TOMÉ E BÉBÉ.

Advogados apresentam notícia-crime contra Moro

No RS, advogados criticam "método condenável" da Operação Lava Jato

bessinha mesma sopa
Saiu no Sul 21:


Advogados gaúchos apresentam notícia-crime contra Sérgio Moro

por Marco Weissheimer

Um grupo de advogados e advogadas do Rio Grande do Sul apresentou nesta quinta-feira (7), na Procuradoria Regional da República da 4ª Região, notícia-crime contra o juiz Sérgio Moro “tendo em vista a ocorrência de fatos que constituem, em tese, crimes de ação pública”. Reconhecendo o mérito das revelações feitas durante algumas das investigações da força tarefa responsável pela Operação Lava Jato, os advogados criticam “o método condenável das ações desencadeadas pelo referido grupo de trabalho, a partir de buscas e apreensões e prisões espetaculosas, sistematicamente realizadas com o acompanhamento, muitas vezes simultâneo, dos grandes meios de comunicação”. E apontam quatro crimes que teriam sido cometidos pelo magistrado no episódio das escutas telefônicas envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Capitaneada pelos advogados Carlos Frederico Guazzelli e Jorge Garcia, a notícia crime é assinada também por Gumercindo Coutinho, Mário Madureira, Glênio Ferreira, Jorge Buchabqui, Valmir Batista (ex-presidente da OAB-RS), Silvia Burmeister (Presidente da Associação Nacional de Advogados Trabalhistas) e Maria Cristina Carrion (Secretária Adjunta da OAB-RS), entre outros nomes.

A metodologia empregada durante as investigações da Lava Jato, sob supervisão e comando direto de Sérgio Moro, consiste, basicamente, argumentam os advogados, “na conjugação do uso intensivo de prisões preventivas, como instrumento para a obtenção de confissões dos indiciados (as denominadas “delações premiadas”); e sua permanente “publicização”, por meio dos vazamentos seletivos praticados por seus responsáveis, e dirigidos aos órgãos dos principais grupos de informação do país – empenhados abertamente em usá-las em sua campanha descarada para derrubar o atual governo federal, e inviabilizar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018”.

É tão grande a associação da força tarefa da Lava Jato e a mídia, dizem ainda os autores da notícia-crime, que dezenas de jornalistas “sediados permanentemente no circo midiático montado junto ao foro federal de Curitiba, se encarregam a todo tempo de difundir, com antecipação, quais serão os alvos das prisões e buscas e apreensões nas suas fases vindouras, sempre batizadas com nomes sonoros”. Este modus operandi, assinalam os advogados, foi antecipado pelo próprio Moro em um artigo intitulado “Considerações sobre a Manu Polite”, de 2004, que trata do trabalho da Operação Mãos Limpas, na Itália. Neste artigo, Moro defende o uso intensivo de prisões, confissões e publicidade como instrumentos para obter êxito em operações deste tipo. Para o magistrado, o largo uso da imprensa feita pelos seus operadores teria contribuído para a deslegitimação do sistema político e para a formação da imagem positiva dos juízes na Itália.

A notícia crime entregue à Procuradoria Regional da República aponta quatro crimes que teriam sido cometidos pelo juiz Sérgio Moro: determinação ilegal de condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, interceptação ilegal de comunicação telefônica, prevaricação e violação de sigilo funcional. Para os autores, a ilegalidade da detenção e da condução coercitiva de Lula, que nem mesmo era (nem é ainda) indiciado em procedimento policial devidamente instaurado, e que também não fora antes regularmente intimado para comparecer a algum ato, é “manifesta e aberrante”. A conduta de Moro neste episódio, sustentam ainda, configura crimes de prevaricação (conforme estabelece o artigo 319 do Código Penal: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal…”)  e de abuso de poder.

No dia 16 de março, prossegue a notícia-crime, Moro determinou o levantamento do sigilo judicial das interceptações telefônicas envolvendo pessoas ligadas ao ex-presidente Lula. “Depois de tecer considerações sobre a desnecessidade de manutenção destas escutas, e de defender, inclusive, a indefensável decisão de promover a interceptação de conversa telefônica de Lula com seu advogado”, Moro determinou que fosse dada publicidade às mesmas. Ao determinar indevidamente o levantamento do sigilo das comunicações telefônicas cuja interrupção, ele mesmo ordenara, horas antes,  o magistrado praticou o delito de violação de sigilo funcional, assim tipificado no artigo 325 do Código Penal: “…Revelar fato de quem tem ciência em razão do cargo, e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação…”

Baseados nestes fatos, os advogados pedem a deflagração de ação penal pública, tendo por objeto a prática, pelo juiz Sérgio Moro, dos delitos de prevaricação, abuso de poder, violação de sigilo funcional e interceptação ilegal de comunicação telefônica, ou, ao menos, a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos citados.

30 de mar. de 2016

MAIS UMA DO JUÍZ MAIS SAFADO DO BRASIL.

Moro interpreta piada de Paes sobre sítio e barco como prova contra Lula; condena Dahmous por pedido de impeachment de Gilmar; leia a íntegra do que ele escreveu ao STF
publicado em 30 de março de 2016 às 02:32
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Da Redação
No despacho em que respondeu à solicitação do ministro Teori Zavascki de esclarecer as interceptações de autoridades com foro privilegiado e advogados, o juiz Sérgio Moro argumentou que o fez por acreditar que os diálogos eram relevantes para o processo.
Eles indicariam ação do ex-presidente Lula no sentido de obstruir a Justiça, argumentou.
Isso certamente causará grande debate, uma vez que Moro aparentemente considera qualquer ação política como potencialmente criminosa.
No despacho, menciona o deputado petista Wadih Damous como se este fosse cúmplice de Lula por ter pedido o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF.
Moro usa uma lógica interessante: como nenhuma das autoridades com foro privilegiado teria cedido às pressões de Lula, logo não haveria consequência na divulgação das gravações.
Ele afirma que as gravações de conversas do advogado de Lula, Roberto Teixeira, se justificam pelo fato de que este é suspeito de ter servido de acessório para Lula ocultar patrimônio.
Mas o que mais impressiona no longo despacho (íntegra abaixo) é que Moro considera a blague do prefeito Eduardo Paes, capturada em conversa com o ex-presidente, como prova de que Lula de fato seria dono do sítio em Atibaia.
Quanto às escusas de Moro, ele não se desculpou por vazar as gravações, mas apenas por eventualmente ter gerado a polêmica que de fato gerou.
De qualquer forma, internautas se divertiram com o comportamento do juiz de Curitiba:
Por Anna Christina com ilustração disseminada por Maria Goretti
Coloquei em risco a segurança nacional.
Desrespeitei direitos de cidadãos e da autoridade máxima do país.
Desmoralizei publicamente você, sua família e seus amigos.
Coloquei em jogo o futuro do país.
Deixei o Supremo Tribunal Federal em maus lençóis.
Dei munição pra mídia destruir a sua imagem.
Invadi sua privacidade e mandei tudo pra TV.
Desculpa, tá…


25 de mar. de 2016

MAS QUE CONICIDÊNCIA NÃO? ZÉ AGRIPINO E AÉCIO DO PÓ,ESTÃO NA LISTA.!!!

Um dia depois de vazamento, PMDB carioca puxa o tapete de Dilma; milhares cercam o prédio da Globo em São Paulo; PSOL repete PCB e diz que emissora mentiu

publicado em 25 de março de 2016 às 05:25
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Da Redação
Multidão estimada entre 17 e 30 mil pessoas marchou ontem à noite em São Paulo entre o Largo da Batata e a sede da TV Globo, apontada como símbolo “de um golpe que está sendo arquitetado”.
A marcha foi organizada pela Frente Povo Sem Medo e encontrou a sede da emissora protegida por barreiras de metal e ao menos uma centena de policiais.
Não houve incidentes. O protesto aconteceu no dia em que o PMDB do Rio de Janeiro, espinha dorsal do apoio do partido ao governo Dilma, deu sinais de que pretende desembarcar da coalizão.
As lideranças cariocas do partido estão abaladas depois do vazamento das planilhas de financiamento da empreiteira Odebrecht.
Dos 17 políticos mencionados nos papéis como “parceiros históricos” da empreiteira, 11 são do PMDB.
As planilhas vazaram — da Polícia Federal ou da Justiça Federal de Curitiba — para o repórter Fernando Rodrigues.
Depois que já estavam disseminados, o juiz Sergio Moro decretou sigilo do material, já que muitos dos citados têm foro privilegiado.
O Jornal Nacional, da TV Globo, de maneira escandalosa recusou-se a informar que na lista, além de lideranças do PMDB, estão alguns dos maiores líderes da campanha pelo impeachment — dentre eles os senadores Aécio Neves e José Agripino, presidentes do PSDB e do Democratas.
Em vez disso, o telejornal apresentou uma sopa de letras em que igualou o PSOL ao PMDB, o PCB ao PSDB.
Os dois partidos de esquerda desmentiram que tenham sido financiados pela Odebrecht (ver nota do PSOL abaixo e aqui, a do PCB).
Em círculos políticos, este movimento em pinça da frente que reúne a Força Tarefa da Lava Jato e a TV Globo foi interpretado como um sinal para o PMDB carioca.
Derrubado o governo Dilma e preso Lula, a ala governista do partido poderia ser poupada ao menos do noticiário.
Muito próximo da Odebrecht e da TV Globo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, conhecido na empreiteira como Nervosinho, hospeda as Olimpíadas em alguns meses, um evento em que a emissora tem grande interesse comercial.
O juiz Sérgio Moro, que atua com extrema precisão política, parece ter seguido mais uma vez a cartilha que escreveu analisando a operação Mãos Limpas na Itália.
O objetivo é demolir o sistema político brasileiro. Mira preferencialmente no PT, da mesma forma que na Itália o alvo preferencial foi o Partido Socialista. Se o governo Dilma, que respira por aparelhos, não resistir, é possível que haja um embate entre setores conservadores da política e do STF e o juiz de primeira instância, que conta com grande apoio popular.
Contra a Globo, Moro tem o fato de que uma herdeira da emissora e o ex-marido dela estão envolvidos com a Mossack & Fonseca, escritório panamenho especializado em criar empresas de fachada para sonegar impostos e lidar com dinheiro de origem duvidosa.
Apesar do levantamento do sigilo de centenas de páginas de documentos apreendidos na sede paulistana da empresa — que envolvem escritórios de advogados, empresários e laranjas especializados em esconder dinheiro — a velha mídia simplesmente desconheceu o assunto, tratado de forma exclusiva pelo Viomundo.
Sem crime de responsabilidade atribuído à presidente Dilma, o processo de impeachment avança no Congresso conduzido pelo presidente da Câmara, que é reu no STF por corrupção.
Veja o que disseram participantes do protesto diante da Globo:
“Estamos aqui para defender os direitos dos trabalhadores e contra o ajuste fiscal. O processo de impeachment está sendo tocado por um delinquente que deveria estar preso: Eduardo Cunha”. Ivan Valente, deputado federal, PSOL
O objetivo do protesto é “deter uma ameaça à democracia e às garantias constitucionais”. Guilherme Boulos, dirigente do Movimento dos Trabalhadores sem Teto
“A importância desse movimento é que as pessoas entendam que elas não estão sozinhas. Às vezes, nas redes sociais, quem pensa diferente pode achar que está sozinho. Não, agora, com essa manifestação quem está contra o golpe vai poder encontrar os seus iguais”. Larte Coutinho, cartunista
“O impeachment significa um retrocesso, a imposição de uma pauta neoliberal, com a precarização do trabalho, arrocho. Não haverá estabilidade com impeachment”. Rui Falcão, presidente do PT
Vídeo do Jornalistas Livres, vídeo e fotos da página do MTST no Facebook
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GLOBO MENTE: o PSOL não recebeu dinheiro da Odebrecht ou de qualquer empreiteira
Os estatutos do PSOL não permitem que nossos candidatos recebam recursos de empreiteiras, multinacionais ou bancos.
Nossos candidatos declaram o que receberam e todos sabem que nossas campanhas primam pela austeridade financeira, típica de um partido genuinamente de esquerda.
Fomos surpreendidos pela citação no Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (23), de que o PSOL consta em lista de supostos valores recebidos da empreiteira Odebrecht por mais de 200 nomes de parlamentares e candidatos de diversos partidos.
Defendemos a mais rigorosa apuração de todas as evidências apuradas pela Operação.
Coerentes com nossa crítica à seletividade que vem ocorrendo, nossa posição é de que todos devem ter suas campanhas investigadas.
Certamente muitos próceres da política nacional terão muito o que explicar à Justiça, caso a mesma resolva investigar todos e não somente alguns.
Repudiamos a forma da veiculação por parte da Rede Globo.
A reportagem parte da divulgação de informações sem qualquer comprovação para tentar vincular o PSOL a uma prática que, como todos sabem, combatemos.
A emissora, como já fez outras vezes com nosso partido, manipula as informações para passar a mensagem de que todos os partidos são iguais e metidos nas falcatruas investigadas pela Lava Jato.
Quer, principalmente, lançar uma cortina de fumaça naqueles que são protegidos pela grande imprensa e impedir o surgimento de uma real alternativa de esquerda no país.
Luiz Araújo
Presidente Nacional do PSOL
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12 de mar. de 2016

GOLPE É MEUZOVO!!!!!!!!!!

 Médicos da Bahia dizem não ao Moro

Médicos da Bahia dizem não ao Moro

Impitim pelo PiG?

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CARTA ABERTA AO CREMEB

Salvador, 10 de março de 2016.

Nós médicos, através da presente carta, vimos a público expressar nossa estranheza e constrangimento quanto à mensagem recebida por meio de correio eletrônico da Assessoria de Comunicação (ASCOM) deste órgão no curso desta semana. A mensagem tem como objetivo “demonstrar sua preocupação diante da escalada e da deterioração das estruturas do governo brasileiro” ao tempo que “conclama” os médicos para uma passeata pacífica no dia 13 de março que ocorrerá no Farol da Barra. Essa não é a primeira ocasião em que recebemos esse tipo de convocação através da ASCOM-CREMEB.

É de domínio público que estas caminhadas são convocadas por grupos que sustentam fortemente ações político-partidárias que visam, não apenas desestabilizar a democracia brasileira, como afastar a presidente eleita do poder, através de um impeachment.

Todos nós, que assinamos a presente carta, desejamos um Brasil com mais justiça social e livre de corrupção. No entanto, prezamos pelo estado de direito e respeitamos o governo democraticamente eleito. Respeitamos opiniões políticas diferentes das nossas, mas não aceitamos que a entidade que representa a classe médica assuma uma atitude partidária.

O CREMEB deve defender o interesse público e o exercício ético da medicina e não pode abraçar manifestações que tentam satisfazer pressões de determinados grupos políticos, principalmente porque não foi declarado pelas instâncias legais a propriedade do impeachment.
Assinam:
1.    Maria Fernanda Rios Grassi - CREMEB 9894
2.    Hélio Andrade de Aguiar Filho - CREMEB 9389
3.    Ligia Gabrielli Fernandes - CREMEB 6698
4.    Lorene Louise Silva Pinto - CREMEB 7106
5.    Nadia de Andrade Khouri - CREMEB 7601
6.    Paulo Sérgio de Andrade Conceição - CREMEB 10640
7.    Renan Oliveira de Araújo - CREMEB 7557
8.    Maria da Glória Lima Cruz Teixeira - CREMEB 3658
9.    Silvia Maria de Queiroz Brandão - CREMEB 6609
10.    Maria Cecília Paes Pinho - CREMEB 7820
11.    Marco Antônio Rocha Pacheco - CREMEB 6949
12.    Francisco Rafael Oliveira Tapioca - CREMEB 6694
13.    Maria Etiene Pinto de Oliveira - CREMEB 6736
14.    Mônica Angelim Gomes de Lima - CREMEB 8744
15.    Mauricio Lima Barreto - CREMEB 4769
16.    Jairnilson Silva Paim - CREMEB 3638
17.    Antônio Carlos de Sales Nery - CREMEB 3126
18.    Ivete Maria Santos Oliveira - CREMEB 9934
19.    Gerluce Alves Pontes da Silva - CREMEB 6847
20.    Rosana Aquino - CREMEB 7824
21.    Maria Guadalupe Medina - CREMEB 7450
22.    Alfredo Boa Sorte Junior - CREMEB 7029
23.    Norma Suely Souto Souza - CREMEB 9627
24.    Martinho Fernandes Ivo Lemos - CREMEB 10790
25.    André Luiz Barreto Cunha - CREMEB 10071
26.    Vera Lúcia Pires de Carvalho - CREMEB 7568
27.    Antônio do Vale Filho - CREMEB.4169
28.    Jeovana Ferreira Brandão - CREMEB 12091
29.    Ricardo Wandega Cardoso - CREMEB 17318
30.    Vera Lúcia Andrade Martins - CREMEB 18480
31.    Maria Eugênia Barbosa de Souza Tapioca - CREMEB 6997
32.    Ceuci de Lima Xavier Nunes - CREMEB 8876
33.    Ana Veronica Mascarenhas Batista - CREMEB 8645
34.    Gleide Silva Diallo - CREMEB 9823
35.    Estela Maria Ramos do Nascimento - CREMEB: 5485
36.    Rita de Cássia Pereira Fernandes - CREMEB 9255
37.    Julieta Maria Cardoso Palmeira - CREMEB 5925
38.    Joanice de Jesus Barreto Macedo - CREMEB 8212
39.    Roque Aras Júnior - CREMEB 8177
40.    Eliane Cardoso Sales - CREMEB 11198
41.    Washington Luis Conrado dos Santos - CREMEB 6897
42.    Luiz Alberto Leite Tavares - CREMEB 6729
43.    Jussamara Brito Santos - CREMEB 10529
44.    Paulo Sérgio Freire Dias - CREMEB 6752
45.    Ligia Maria Vieira da Silva - CREMEB 4932
46.    Monica de Oliveira Nunes de Torrenté - CREMEB 9293
47.    Greice Maria de Souza Menezes - CREMEB 6788
48.    Carmem Fontes de Souza Teixeira - CREMEB 5616
49.    Antonio José Santiago Lima - CREMEB 8150
50.    Paulo Maciel Fernandes Filho - CREMEB 6703
51.    Ilana Rodrigues Santos - CREMEB 8213
52.    Roberto de Almeida Dultra - CREMEB 6818
53.    Marcos Aurélio Costa Luna - CREMEB 6451
54.    Maria Aparecida Regis dos Santos - CREMEB 8182
55.    Regina Maria Pereira Oliveira - CREMEB 6677
56.    Aquiles Ferreira Guimarães - CREMEB 8368
57.    Gildete Silva de Carvalho - CREMEB 5002
58.    Andrés Castro Alonso Filho - CREMEB 13838
59.    Maria do Socorro Vieira da Silva Ribeiro - CREMEB 4253
60.    Eduardo Ledo Alves Pereira - CREMEB 8945
61.    Susan Martins Pereira - CREMEB 6513
62.    Ledívia Nogueira Espinheira - CREMEB 8844
63.    Eliana Sampaio Lemos - CREMEB 10874
64.    Denise Sampaio Nobre Martins - CREMEB 9334
65.    Bernardo Galvão Castro Filho - CREMEB 10527
66.    Rosana Maria Lantyer Oliveira - CREMEB 8414
67.    Lua Sá Dultra - CREMEB 22310
68.    Ítalo Antônio de Jesus Almeida Jr - CREMEB 7837
69.    Darci Neves dos Santos - CREMEB 19427
70.    Elvira Barbosa Quadros Côrtes - CREMEB 3656
71.    Ivana Lucia de Oliveira Nascimento - CREMEB 10845
72.    Ruy Penalva - CREMEB 5637
73.    Ana Luiza Queiroz Vilasbôas - CREMEB 8300
74.    João Ribeiro Machado Neto- CREMEB 8700
75.    Paulo José Bastos Barbosa - CREMEB 8677
76.    Manoel Barral Netto - CREMEB 4652
77.    Cláudia Bacelar Batista - CREMEB7933
78.    Eduardo José Farias Borges Reis- CREMEB 10582
79.    Vilma Souza Santana - CREMEB 4017
80.    Thiago de Carvalho Milet - CREMEB 20762
81.    Eugênia Ferraz Silva - CREMEB 6269
82.    Rafaela Cordeiro Freire - CREMEB 19496
83.    João André Santos Oliveira - CREMEB 19860
84.    Leandro Dominguez Barrett - CREMEB 14170
85.    Antônio Gilson Lapa Gordinho - CREMEB 6385
86.    Paulo Raymundo Santana Santos - CREMEB 5875
87.    Margarida Maria Santos Miranda - CREMEB 10121
88.    Lícia Maria Cavalcanti Silva - CREMEB 3063
89.    Estela Maria Motta Lima Leão de Aquino - CREMEB 10156
90.    Cláudio Fortes Garcia Lorenzo – CREMEB 8944
91.    Eduardo José Andrade Lopes – CREMEB 8152
92.    Mariângela Costa Vieira – CREMEB 21497
93.    Maria Olívia Fernandes da Cunha – CREMEB 7896
94.    Patrícia Sampaio Tavares Veras – CREMEB 7816
95.    Márcia Fernanda dos Santos Melo Carneiro – CREMEB 11161
96.    Aloísio Rios Carneiro – CREMEB 10299
97.    Marcia Cristina Conrado dos Santos – CREMEB 10516
98.    Waldemir de Albuquerque Costa – CREMEB 22130
99.    Josefa Maria Melo Garcia – CREMEB 7267
100.    Victor Rocha Santana – CREMEB 21517
101.    Ana Clara Fonseca Santos – CREMEB 24779
102.    Iwana Souto Almeida Darze – CREMEB 8284
103.    José Santos Souza Santana – CREMEB 19.651
104.    Letícia Bulhões Guimarães – CREMEB 16631
105.    Ney Boa Sorte – CREMEB 13075
106.    Mylena Caroso Melhem – CREMEB 24942
107.    Rita de Cássia Natividade Ataíde - CREMEB 10.076
108.    Aldina Maria Prado Barral – CREMEB 4933
109.    Estevão Toffoli Rodrigues - CREMEB 19.789
110.    Marcus Vinicius do Carmo - CREMEB 12905.
111.    Luciana Guimarães Nunes de Paula - CREMEB 22178
112.    Jérzey Timóteo Ribeiro Santos - CREMEB 21.369
113.    Julieta Silvany R. Lima - CREMEB 10077
114.    Sumaia Boaventura André - CREMEB 5130
115.    Amado Nizarala de Avila - CREMEB 8552
116.    Maria da Conceição N Costa - CREMEB 3595
117.    Maria de Fátima Silveira de Oliveira - CREMEB 5895
118.    Carlos Melgaço Valadares - CREMEB 6143
119.    Caroline Lang Burak – CREMEB 17753
120.    Marco Antônio Vasconcelos Rego. - CREMEB 8136
121.    Leonel Ribeiro Junior -- CREMEB 9016
122.    Luamorena Leoni Silva - CREMEB 24.812
123.    Brisa Dourado Nunes - CREMEB 23790
124.    Maria Ermecilia Almeida Melo - CREMEB 6732
125.    Augusto Costa Conceição – CREMEB 5116.
126.    Hermenegildo Oliveira dos Anjos CREMEB 10555
127.    Paulo Cesar Gabrielli de Azevêdo - CREMEB 4639
128.    Thaila Guimarães de Oliveira - CREMEB 24518
129.    Deoclides Cardoso Oliveira Junior - CREMEB  6347
130.    Ivo dos Santos Góes Filho - CREMEB 12417
131.    Jane Luiza Donato Vasconcelos – CREMEB 5.418
132.    Mariana Carvalho Gouveia - CREMEB 6733
133.    Ruy Novais Cunha – CREMEB 5775
134.    Jorge José Santos Pereira Solla – CREMEB 7891
135.    Ligia Bulhões Guimarães – CREMEB 19402
136.    Zenaide Calazans Oliveira – CREMEB 6516
 
 
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